18 de novembro de 2016

Ceratossauro - o terópode com chifres

© Jonathan Kuo

O ceratossauro (do grego "lagarto com chifres") foi um grande terópode predador do final do Jurássico. Viveu entre 153 e 148 milhões de anos atrás, na América do Norte. Seu comprimento é estimado em até 6,7 m, e seu peso, até 980 kg.

25 de outubro de 2016

Thylacosmilus - o dentes-de-sabre marsupial

Thylacosmilus com gliptodonte e toxodontes ao fundo.
© Roman Uchytel

O Thylacosmilus ("sabre com bolsa") é um tigre-dentes-de-sabre que viveu na América do Sul do final do Mioceno (cerca de 10 milhões de anos atrás) ao início do Plioceno (há cerca de 3 milhões de anos). Media 1,2 m de comprimento; estimativas definem seu peso entre 80 e 120 kg. Embora seja um dos vários mamíferos extintos popularmente chamados de "tigres-dentes-de-sabre", ele não é um parente dos tigres. Na verdade, pertence à ordem Sparassodonta, um grupo muito próximo dos marsupiais, os mamíferos que carregam seus filhotes em bolsas - isso significa que o Thylacosmilus é um parente mais próximo dos cangurus do que de qualquer felídeo.

11 de outubro de 2016

Megalania - o megalagarto

Megalania ataca o ninho da ave Genyornis.
© 1985 Peter Trusler/Monash University

O megalania (nome grego que significa "grande andarilho") é um lagarto-monitor extinto que fazia parte da megafauna do leste da Austrália. Viveu de 1,5 milhão a 40 mil anos atrás, durante a época Pleistocena. O maior lagarto terrestre conhecido, media cerca de 5 m de comprimento e pesava em torno de 500 kg.

25 de setembro de 2016

Antarctopelta - o primeiro dinossauro da Antártica

© 2008 Tuomas Koivurinne e Sergio Pérez

Antarctopelta ("escudo da Antártica", em grego), como seu nome sugere, viveu na Antártica, no final do período Cretáceo, entre 74 e 70 milhões de anos atrás. É um anquilossauro de médio porte, alcançando não mais do que 4 m de comprimento.

15 de setembro de 2016

Inkayacu - pinguins nem sempre foram só preto e branco

© Julio Lacerda

Inkayacu ("rei da água", em língua quíchua) é um gênero extinto de pinguim que viveu no Peru no final do Eoceno, há 36 milhões de anos. Este gigante media cerca de 1,5 m de altura e pesava até 59 kg, apesar de não ter sido o maior de todos os pinguins. Porém, o que torna sua descoberta ainda mais surpreendente são as penas fossilizadas, que ajudaram os cientistas a compreender melhor a evolução dessas aves.