26 de setembro de 2017

Origem da vida

Embora ainda não seja claro para a Biologia como a vida surgiu na Terra, existem várias teorias que tentam explicar esse importante momento na história do nosso planeta. Muitas linhas de evidências ajudam a fornecer pistas a respeito: fósseis, datação radiométrica, a filogenia, a química dos organismos modernos e até experimentos. Contudo, como novas evidências estão sendo descobertas constantemente, hipóteses sobre como a vida se originou podem ser modificadas. É importante lembrar que mudanças nessas hipóteses são parte normal do processo da Ciência e que elas não representam uma mudança na base da teoria evolutiva.


Os seres vivos, por definição, são formados por células, apresentam metabolismo, respondem a estímulos, possuem material genético, são capazes de se reproduzir e evoluem.
Imagem: (Autor desconhecido)

Seres vivos são extremamente complexos, mesmo organismos antigos como bactérias. Entretanto, toda essa complexidade não surgiu do nada, completamente formada. Ao contrário, a vida quase que certamente se originou a partir de pequenos passos, cada um somando complexidade sobre o anterior. Tudo começou há cerca de 3,5 bilhões de anos, quando a crosta terrestre começou a resfriar (leia mais em Éon Arqueano).
A teoria mais aceita pela comunidade científica, atualmente, foi proposta na década de 1920, pelo bioquímico russo Aleksandr Oparin e, independentemente, pelo biólogo inglês J.B.S. Haldane. A Teoria da Evolução Química ou Molecular propõe que modificações lentas e graduais causaram a formação de moléculas orgânicas, a partir de substâncias químicas simples. Esses compostos orgânicos, entre eles proteínas e carboidratos, posteriormente formaram agregados moleculares com certo metabolismo, que deram origem às primeiras células.

21 de setembro de 2017

Diabloceratops, o rosto com chifres do tinhoso

© Phil Wilson

O Diabloceratops (do latim e do grego, "rosto com chifres do diabo") é um dinossauro ceratópsio que viveu aproximadamente entre 81 e 76 milhões de anos atrás, no período Cretáceo, onde hoje são os Estados Unidos. Era um herbívoro quadrúpede de porte médio, podendo crescer a 5,5 m de comprimento. Seu bico córneo era próprio para cortar plantas.

13 de setembro de 2017

Diplocaulus, o anfíbio com cabeça de bumerangue

© Sergey Krasovskiy/Stocktrek Images

O Diplocaulus (que significa algo como "haste dupla") é um anfíbio lepospôndilo extinto da América do Norte. Viveu entre 299 e 251 milhões de anos atrás, do final do Carbonífero ao Permiano. Tinha um corpo atarracado, como uma salamandra, mas era relativamente grande, alcançando até 1 m de comprimento e 4,5 kg. Viveu em pântanos e provavelmente alimentava-se de peixes.

31 de agosto de 2017

Deinonico - a garra terrível

© Carlo Arellano

O deinonico (do grego "garra terrível") é um dinossauro dromeossaurídeo conhecido pelas grandes garras em suas patas traseiras. Podia crescer a mais de 3,4 m de comprimento e pesar de 70 a 100 kg. Esse parente próximo do velocirraptor viveu durante o período Cretáceo, entre 115 e 108 milhões de anos atrás, na América do Norte.

22 de agosto de 2017

Presbyornis, um antigo parente do ganso

© 2016 Amber Hill

Presbyornis é um gênero extinto de ave anseriforme que viveu nas épocas Paleocena e Eocena, de 62 a 34 milhões de anos atrás, na América do Norte. Tinha o tamanho e a forma de um ganso, com pernas mais compridas e pés palmados.

10 de agosto de 2017

Escutossauro

Arte do documentário britânico Caminhando com os Monstros.
© 2005 BBC

O escutossauro (do grego "lagarto escudo") é um gênero de pareiassauro, grupo de grandes herbívoros do Permiano, que viveu entre 254 e 252 milhões de anos atrás, na Rússia. Media até 3 m de comprimento e pesava cerca de 1 t. Seu crânio era sólido e amplo, medindo até 50 cm de largura, com protuberâncias na parte de trás e na região das bochechas. Possuía audição excepcional e seria capaz de emitir bramidos altos para chamar outros de sua espécie. Seu nome se deve à armadura óssea que cobria o corpo.

24 de julho de 2017

Éon Arqueano

© Peter Sawyer/Instituto Smithsoniano

O éon Arqueano (do grego archaîos, "antigo") está compreendido entre 4 e 2,5 bilhões de anos atrás. Sucede o éon Hadeano e precede o Proterozoico. É subdividido em quatro eras: Eoarqueano (4 a 3,6 Ba), Paleoarqueano (3,6 a 3,2 Ba), Mesoarqueano (3,2 a 2,8 Ba) e Neoarqueano (2,8 a 2,5 Ba). Neste éon, a crosta terrestre havia esfriado o suficiente para formar os primeiros continentes, mas o fluxo interno de calor no planeta ainda era três vezes maior que o atual e as atividades tectônicas eram intensas. À exceção de alguns grãos minerais conhecidos do Hadeano, as formações rochosas expostas mais antigas do planeta são arqueanas.



Tabela do tempo geológico em escala
© Mundo Pré-Histórico