16 de novembro de 2017

Dinossauros do Brasil

O Brasil possui mais de vinte espécies de dinossauros confirmadas e batizadas, embora a maioria delas seja pouco conhecida pelo público. Esse número ainda é pequeno comparado à quantidade de descobertas feitas em outros países, devido à falta de investimento nessa área e o menor número de profissionais da Paleontologia no Brasil. Descobertas feitas em terras brasileiras mostram que o País tem muitas espécies distintas e de grande valor para a Ciência, chamando a atenção de pesquisadores de todo o mundo. Ao longo dos anos, o empenho dos paleontólogos brasileiros e ações de popularização contribuíram para fomentar as pesquisas e, assim, o número de espécies descritas aumentou consideravelmente.

Maxakalisaurus é atacado por um grupo de Pycnonemosaurus, na região central do Brasil, mais de 80 milhões de anos atrás.
© Maurilio Oliveira

Os cientistas acreditam que o Brasil tenha abrigado uma grande variedade de dinossauros. Os que são conhecidos até agora viveram no período Triássico ou no Cretáceo. O nosso Jurássico ainda é uma incógnita: possivelmente, durante esse período, o território brasileiro foi soerguido por uma pluma de calor do manto do planeta, expondo as rochas à erosão e dificultando a formação de fósseis.
Durante a maior parte da era Mesozoica, nosso país esteve em condições de extrema aridez, e a oferta de alimentos era mais escassa. Por isso, muitos dos dinossauros que viveram por aqui são considerados pequenos. Mas isso não significa que o Brasil não era lar de alguns gigantes, até pela proximidade com a Argentina, onde foram encontrados os maiores dinossauros do mundo. Outro fato interessante é que, como os continentes estavam unidos, os exemplares brasileiros e africanos guardam muitas semelhanças entre si e fazem parte das mesmas linhagens.
Quando os continentes se dividiram, o litoral tornou-se mais úmido e desenvolveu mais vegetação, aumentando a diversidade de espécies. Na região de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, as florestas de coníferas e samambaias serviam de alimento para diversas espécies de titanossauros, grandes herbívoros de pescoço e cauda compridos. Os titanossauros tiveram bastante êxito durante o Cretáceo e os maiores deles viveram na América do Sul.
Os primeiros fósseis foram encontrados no Brasil no ano de 1897; eram pegadas fossilizadas, localizadas próximo à cidade de Sousa, na Paraíba. Na década de 1940, Uberaba, em Minas Gerais, e o oeste paulista revelaram-se regiões importantes para a paleontologia. Já foram encontrados ossos, dentes, ovos, penas, pegadas e até excrementos de dinossauros no Brasil. Fósseis do Rio Grande do Sul apontam que os dinossauros mais antigos do mundo viveram nessa região, o que contribui para melhor compreender a evolução dos primeiros dinossauros.

A seguir, você verá uma lista com todas as espécies de dinossauros brasileiros conhecidos até agora. Vale a pena conferir! Ao longo do tempo, essa lista com certeza irá aumentar, acompanhando as descobertas mais recentes feitas no País.


Os dinossauros brasileiros

1. Staurikosaurus pricei


© 1990 Mark Hallett

A primeira espécie reconhecida no Brasil também é um dos dinossauros mais antigos do mundo. O Staurikosaurus viveu há 225 milhões de anos, no sul do País. Seus fósseis foram encontrados em uma fazenda perto de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em 1936, pelo paleontólogo brasileiro Llewellyn Ivor Price. A espécie, porém, só foi descrita em 1970. A Formação Santa Maria faz parte do geoparque Paleorrota, região do estado que contém vários depósitos fossilíferos datados do Permiano ao Triássico.

2. Irritator challengeri


© 2011 Tuomas Koivurinne

O fóssil dessa espécie foi extraído na Formação Santana, Ceará, em data desconhecida, e vendido ilegalmente a um museu alemão, que publicou a descoberta em 1996. A pior parte da história, porém, é que os contrabandistas haviam adulterado as características originais do fóssil, alongando o focinho com pedaços colados de rocha e fragmentos. Os cientistas ficaram tão exasperados com o trabalho que tiveram para remover todo o material artificial, que deram ao animal o nome Irritator, do inglês irritating, "irritante".

3. Gondwanatitan faustoi


© 2011 Felipe Alves Elias

Fósseis foram encontrados em uma fazenda no município de Álvares Machado, São Paulo, em 1983, mas eles só começaram a ser estudados em 1997. Dois anos depois, Gondwanatitan faustoi foi reconhecido como um novo gênero e espécie. Seu nome significa "titã de Gondwana", o supercontinente ao qual a América do Sul pertencia no início do Cretáceo.

4. Guaibasaurus candelariensis


© Rodolfo Nogueira

Este é um dinossauro bastante primitivo, que viveu no atual estado do Rio Grande do Sul, há mais de 212 milhões de anos. Foi encontrado em 1990, próximo à cidade de Candelária, e anunciado em 1999 como um terópode basal. No entanto, um estudo de 2007 o considerou um sauropodomorfo, classificando-o em um grupo muito primitivo de dinossauros saurísquios: a família Guaibasauridae, que inclui também o Saturnalia.

5. Saturnalia tupiniquim


© Rodolfo Nogueira

Encontrado em rochas ao lado da rodovia BR-508, na área urbana de Santa Maria - RS, em 1998, o Saturnalia teve sua descrição publicada em julho de 1999. Viveu há 225 milhões de anos (foi um dos primeiros dinossauros) e seu nome remete ao Carnaval, época em que foi descoberto. Mas não é só isso que o torna distinto: o Saturnalia, juntamente com o Guaibasaurus, provavelmente é uma criatura próxima do ancestral comum dos sauropodomorfosterópodes, os dois grupos em que os dinossauros saurísquios se dividem.

6. Santanaraptor placidus


© Maurilio Oliveira

Este é um dos achados mais importantes do País, por preservar vestígios de tecidos moles, algo muito raro de acontecer. Pouquíssimos fósseis com essas características já foram encontrados pelo mundo. No entanto, o fóssil descoberto em Santana do Cariri, Ceará, em 1991, apresenta não apenas ossos fossilizados, mas sinais de pele, fibras musculares e vasos sanguíneos de 112 milhões de anos! O dinossauro foi batizado em 1999.

7. Pycnonemosaurus nevesi


© Maurilio Oliveira

Um dos maiores dinossauros carnívoros do Brasil, o Pycnonemosaurus é também o maior exemplar da família Abelisauridae. Viveu há 70 milhões de anos, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, e foi descoberto em 1952. Em 2002, quando foi descrito pelos cientistas, era o maior terópode brasileiro até então, com quase 9 m de comprimento - atualmente, é o segundo.

8. Amazonsaurus maranhensis


© Deverson da Silva (Pepi)

O primeiro dinossauro da Bacia Amazônica foi descoberto em 1991, pelo professor Dr. Cândido Simões, em Itapecuru-Mirim, Maranhão, e nomeado em 2003 como AmazonsaurusAnteriormente, apenas um dente de dinossauro havia sido encontrado na região, mas não pôde ser identificado. O Amazonsaurus pertence ao grupo Diplodocoidea, mas, diferentemente de seus parentes gigantes, não passava de 12 m de comprimento, sendo um dos menores representantes de seu grupo.

9. Mirischia asymmetrica


© Rodolfo Nogueira

Encontrada em Araripina, Pernambuco, a espécie foi descrita em 2004. Seu nome significa "ísquio maravilhoso assimétrico", devido às diferenças entre os ossos da direita e da esquerda no quadril do indivíduo descoberto. O fóssil também possui vestígios de tecidos moles, como o intestino, preservados. Acredita-se que seja parente do Compsognathus europeu e, nesse caso, seria o único compsognatídeo conhecido da América do Sul.

10. Unaysaurus tolentinoi


© 2001 Maurilio Oliveira

Diz a história que um senhor aposentado passeava tranquilamente por uma estrada no interior de São Martinho da Serra, Rio Grande do Sul, em 1998, quando avistou o que pareciam ser ossos da mão de um animal saindo de uma pedra. Instigado a descobrir do que se tratava, chamou os pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que identificaram o fóssil, em dezembro de 2004, como uma nova espécie de dinossauro. Semelhante a uma espécie europeia, o Unaysaurus viveu há 225 milhões de anos, no final do Triássico.

11. Baurutitan britoi


© 2010 Felipe Alves Elias

Encontrado no distrito de Peirópolis, Uberaba, Minas Gerais, em 1957, seu nome se refere ao Grupo Bauru, conjunto de formações geológicas ao qual pertence a Formação Marília. Apenas em janeiro de 2005 foi oficialmente publicado e apresentado ao público como uma nova espécie. Com 4 m de altura e 12 m de comprimento, o Baurutitan era um gigante herbívoro que vagava pela região central do Brasil, 70 milhões de anos atrás.

12. Trigonosaurus pricei


© Rodolfo Nogueira

O Trigonosaurus foi descoberto juntamente com o Baurutitan, no mesmo local, em 1957. Entretanto, o material dos dois animais permaneceu, durante muitos anos, arquivado no Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro - RJ, até ser estudado e ter sua descrição finalmente publicada, em 2005. Esse herbívoro era um pouco menor que seu conterrâneo: chegava a 9,5 m e 8 t. Difere do Baurutitan, ainda, pela cauda mais robusta e longa.

13. Adamantisaurus mezzalirai


© Felipe Alves Elias

Foi encontrado por trabalhadores durante uma obra de extensão de uma estrada de ferro, em Flórida Paulista - SP, em 1959. Os fósseis só foram coletados graças aos esforços do geólogo Sérgio Mezzalira, que acabou sendo homenageado através da nomeação da nova espécie. Depois de muito tempo guardado no museu do Instituto Geológico de São Paulo, à espera de um especialista que o estudasse, o material foi descrito em janeiro de 2006.

14. Maxakalisaurus topai


(Autor desconhecido)

Uma votação popular apelidou carinhosamente de "Dinoprata" o esqueleto desse titanossauro, por ter sido descoberto no município de Prata - MG, em 1995, durante a construção de uma estrada. Para extrair da terra seis toneladas de fóssil, foram precisos quatro anos de trabalho: de 1998 a 2002. O exemplar fossilizado morreu jovem: seus ossos têm sinais de pisoteio e da ação de predadores e carniceiros. Além disso, dentes de dinossauros e de crocodilos foram achados por perto. Apresentado ao público em agosto de 2006, o Maxakalisaurus era o maior dinossauro brasileiro até então, com 13 m de comprimento e quase 9 t, mas já se sabia que havia fósseis ainda maiores esperando para serem estudados.

15. Uberabatitan ribeiroi


(Autor desconhecido)

Ossos robustos indicam que o Uberabatitan podia passar dos 15 m de comprimento, sendo ainda maior que o Maxakalisaurus. Descoberto na Serra da Galga, em Uberaba - MG, e descrito em julho de 2008, foi um dos últimos dinossauros a viver antes da extinção do final do Cretáceo.

16. Tapuiasaurus macedoi


© Andrey Atuchin

Entre 2005 e 2008, novos fósseis foram achados nos arredores de Coração de Jesus, ao norte de Minas Gerais, que permitiram a nomeação de uma nova espécie brasileira, em fevereiro de 2011. O Tapuiasaurus não se diferencia tanto do padrão anatômico dos titanossauros conhecidos no mundo, mas destaca-se por ter seu crânio totalmente preservado. No Brasil, é o primeiro crânio de titanossauro encontrado; no mundo, só existem outros dois, quase completos.

17. Oxalaia quilombensis


© 2011 Paulo Márcio Esper

A descoberta do maior dinossauro carnívoro do Brasil foi anunciada em março de 2011. O Oxalaia, também um dos maiores espinossaurídeos, chegava a 14 m de comprimento e 7 t e viveu há 95 milhões de anos, no litoral do Maranhão. Restos de um maxilar e dentes foram encontrados na Ilha do Cajual - MA, ainda em 1999.

18. Aeolosaurus maximus


(Autor desconhecido)

Aeolosaurus já era conhecido desde 1987, da Argentina, onde já haviam sido descritas duas espécies. Porém, fósseis encontrados no distrito de Peirópolis, Uberaba - MG, e no oeste do estado de São Paulo revelaram uma terceira espécie: Aeolosaurus maximus. Nomeada em 2011, é a maior espécie do gênero Aeolosaurus e possui uma estrutura mais esguia.

19. Pampadromaeus barberenai


© Rodolfo Nogueira

Apresentado ao mundo em novembro de 2011, o Pampadromaeus é um dos mais antigos membros da linhagem dos sauropodomorfos, compartilhando algumas características com o grupo dos terópodes. Seus fósseis, que correspondem ao esqueleto desarticulado de um único indivíduo, possibilitaram a reconstrução quase completa do animal e foram descobertos em rochas de 228 milhões de anos, nas proximidades de Agudo, no Rio Grande do Sul, em 2004.

20. Brasilotitan nemophagus


© Rodolfo Nogueira

Mais um saurópode brasileiro, pequeno em relação aos demais, com 9 m de comprimento. Descoberto às margens da Rodovia Raposo Tavares, em Presidente Prudente, São Paulo, os fósseis foram coletados em 2000 e incluem parte da mandíbula do animal, algo raro entre os titanossauros. Infelizmente, muitos dos restos ósseos foram quebrados ou perdidos durante obras de alargamento da rodovia. A descrição da espécie foi publicada em agosto de 2013.

21. Austroposeidon magnificus


Comparação entre AustroposeidonMaxakalisaurus e Gondwanatitan.
© 2016 Maurilio Oliveira

Na década de 1950, o paleontólogo Llewellyn Ivor Price (1905-1980) coletou, entre outros, alguns ossos gigantes nas proximidades de Presidente Prudente - SP. Mas, por falta de recursos para examiná-lo, o material acabou sendo deixado de lado, em um armário do Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro - RJ. Somente em 2013 a importância daquela descoberta começou a ficar clara, quando um grupo de pesquisadores finalmente resolveu estudá-lo. Em outubro de 2016, foi apresentado o maior dinossauro já descoberto no Brasil: membro do grupo dos titanossauros, o Austroposeidon tinha 25 m de comprimento!

22. Buriolestes schultzi


© 2016 Maurilio Oliveira

Outro sauropodomorfo brasileiro bastante primitivo é o Buriolestes schultzi, descoberto em trabalho de campo entre 2009 e 2010, em São João do Polêsine, região central do Rio Grande do Sul. Foi nomeado em novembro de 2016. O animal viveu há mais de 320 milhões de anos, mas a qualidade de preservação de seus fósseis surpreende e fornece novas informações sobre a origem e a evolução dos dinossauros.

23. Triunfosaurus leonardii



© 2017 Deverson da Silva (Pepi)

Triunfosaurus ("lagarto da bacia Triunfo") pode ser distinguido de outros saurópodes pelas proporções e características de seu ísquio e vértebras, descobertos no oeste da Paraíba. A região é conhecida por sua abundância de rastros e pegadas de dinossauros, mas dificilmente restos ósseos são encontrados por lá. A espécie, nomeada e descrita em fevereiro de 2017, viveu entre 145 e 130 milhões de anos atrás.

24. Bagualosaurus agudoensis


Uma dupla de Bagualosaurus confronta o cinodonte Trucidocynodon. No canto inferior direito da imagem, um Hyperodapedon, réptil herbívoro do grupo dos rincossauros, e, ao fundo, um grupo de cinodontes Exaeretodon observa a cena.
Crédito: Jorge Blanco

Esse bicho bagual, regionalismo gaúcho que significa, entre outras coisas, um animal grande, foi assim nomeado por ser maior que os outros dinossauros da época. É a sétima espécie de dinossauro descrita para o Triássico do Rio Grande do Sul e foi descoberto em 2007, no município de Agudo. Publicado em maio de 2018, o Bagualosaurus fornece evidências de que os sauropodomorfos se tornaram animais herbívoros e avantajados bastante cedo na linhagem.

Bônus!


© 2016 Marcos Paulo

Uma nova espécie de titanossauro, descoberta em Sousa, na Paraíba, ainda não recebeu um nome oficial, mas foi batizada provisoriamente como "Sousatitan". Em comparação com outros titanossauros, ele era baixo: não devia ultrapassar 3 m de altura e 11 m de comprimento. No entanto, verificou-se que o indivíduo morreu jovem e, portanto, podia alcançar um porte maior. Ele é um dos poucos dinossauros do início do Cretáceo do Brasil e está entre os titanossauros mais antigos do mundo.


Espécies incertas


"Antarctosaurus" brasiliensis


© 2011 Felipe Alves Elias

Restos desse dinossauro, incluindo partes de dois membros e um pedaço de vértebra, foram encontrados em 1970, no Grupo Bauru, e descritos por seus descobridores, em 1971, como uma nova espécie do gênero Antarctosaurus, conhecido a partir de fósseis argentinos. A espécie é, no entanto, considerada um nomen dubium, ou seja, um nome científico de aplicação duvidosa, já que não é possível afirmar com certeza se o material pertence a um Antarctosaurus.


Angaturama limai

© 2004 Felipe Alves Elias

Encontrado na Chapada do Araripe, Ceará, o espécime já era conhecido pelos cientistas brasileiros em 1991, mas só foi descrito em fevereiro de 1996, logo depois do Irritator. Esses dois animais eram muito semelhantes e teriam vivido na mesma época e no mesmo lugar. Além disso, o pedaço de mandíbula do Angaturama curiosamente parece completar o crânio do Irritator, o que pode significar que os fósseis sejam do mesmo indivíduo. Por isso, muitos pesquisadores consideram-nos a mesma espécie. Se isso se confirmar, somente o nome Irritator será válido, por ter sido registrado antes, pelos pesquisadores alemães.


Teyuwasu barberenai

© Rafael Albo

Teyuwasu é um gênero duvidoso de dinossauro do final do Triássico, possivelmente um saurísquio. Nomeado em 1999, pouco se sabe sobre ele, uma vez que são conhecidos apenas um fêmur e uma tíbia, encontrados no geoparque Paleorrota, no Rio Grande do Sul.

O ambiente árido da bacia Bauru, no Cretáceo, abrigava dinossauros como Maxakalisaurus topai (em primeiro plano, um adulto e um jovem), Uberabatitan ribeiroi (à esquerda) e Aeolosaurus maximus (grupo ao fundo), bem como o crocodilomorfo Baurusuchus salgadoensis.
© Vitor Silva

Fontes: InfoEscola, Estadão¹, GaúchaZH, WikipédiaTerra, Carta EducaçãoScience 2.0InvivoVeja.com, CNN, BBC Brasil, Estadão², Folha de S.Paulo¹, Folha de S.Paulo², CartaCapitalUOLWikipedia, Planeta UniversitárioG1¹, Folha de S.Paulo³, G1² e UFRGS.

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