30 de julho de 2010

Pterodáctilo, o primeiro pterossauro

© John Bindon

(Atualizado em junho de 2015)

O pterodáctilo ou pterodátilo ("dedo alado", em grego) é um pterossauro que viveu no fim do Jurássico, entre 150 e 140 milhões de anos atrás, na Europa. Pesava de 4 a 8 kg. Carnívoro, alimentava-se de peixes e pequenos animais; acredita-se que os mais jovens comiam insetos.
Sua envergadura, pequena entre os pterossauros, era de cerca de 1 m. Como todos eles, possuía asas formadas por uma membrana de pele e músculos que se estendia do quarto dedo da mão (mais alongado) até as pernas - eis a razão de seu nome. O crânio do pterodáctilo era longo, reto e fino, com cerca de 90 dentes na boca que ajudavam a pescar. Sobre a cabeça, uma pequena crista composta por tecidos moles, cuja função devia ser sexual.
Os filhotes de pterodáctilo mudavam consideravelmente conforme a idade, passando por estágios de crescimento bem definidos. Fósseis mostram ciclos de crescimento anuais, o que significa que os pterodáctilos se reproduziam sazonalmente - padrão também visto nos crocodilos modernos.
Nomeado em 1809 pelo naturalista francês Georges Cuvier, foi a primeira espécie de pterossauro e o primeiro animal a ser identificado como um réptil voador. Até ser definido como tal, chegou-se a pensar que fosse algo entre um morcego e um pássaro, ou mesmo uma criatura marinha. Hoje, é conhecido por mais de 30 esqueletos fósseis, muitos deles completos, e a maioria de juvenis, encontrados na Alemanha.

Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: † Pterosauria
Família: † Pterodactylidae
Gênero: † Pterodactylus
Espécies: † Pterodactylus antiquus e (?) † P. kochi


© Mundo Pré-Histórico
Pterodactylus kochi articulado de Solnhofen, Alemanha. Impressões de tecidos moles revelam a presença de uma bolsa na garganta, como a dos pelicanos, além de picnofibras (estruturas semelhantes aos pelos dos mamíferos) ao redor do pescoço, que teriam ajudado a manter a temperatura corporal.
© Christoph Hoppenbrock

Fontes: Wikipedia (versão em inglês), Prehistoric Wildlife e About.com.

8 comentários:

  1. É coisa de doido , complexo pensar nesses bichos, eles evoluíram pra aves? Ou sumiram? De onde eles antenscederam? Qual o elo com o mundo atual? Acho que as perguntas tem de ser feito em primeiro lugar!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Embora não seja certo, acredita-se que os pterossauros evoluíram de répteis com ancestralidade comum aos dinossauros, no final do Triássico. Porém, extinguiram-se no fim do Cretáceo, sem deixar descendentes. Ou seja, não possuem elo com o mundo atual.
      As aves vieram dos últimos dinossauros terópodes e podem ser consideradas os dinossauros que sobreviveram até os dias de hoje.

      Espero que isso responda a sua pergunta. E obrigado por comentar!

      Excluir
  2. aloooooooooooooo

    sou o unico q n entende caralhitos de nada

    ResponderExcluir
  3. Como que os dinossauros foram ancestrais dos pássaros? Pois já foram encontrados pássaros parecidos com os de hoje na mesma camada que os dinossauros e arqueoterix,e o pterodáctilo!!! E animais atuais hoje também foram achados no mesmo período que eles. Então todos os animais conviveram uns com os outros,nao teve evolução alguma,teve sim uma variedade e diversidade dentro de cada espécie,uma espécie se adaptando ao meio ambiente para sobreviver, mas não uma evolução,pois já acharam animais que antes estavam extintas a tantos milhões de anos, e hoje elas estão vivas e ativas, e não teve nenhuma mudança na espécie só teve uma variedade nela, por exemplo o celacanto e outros como o esturjão, e o tubarão cobra e muitos outros mais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Caro Fabio Santos, o conceito de evolução não significa que, em um certo momento, todos os dinossauros se transformaram em aves. Isso nem seria possível, já que eram animais muito diversificados. O que acontece é que uma LINHAGEM de dinossauros terópodes, os manirraptores, se especializou e evoluiu, lentamente, até dar origem às aves, enquanto outros grupos continuavam a evoluir separadamente, embora não tiveram sucesso e acabaram por se extinguir.
      No caso do celacanto, do esturjão e outros animais conhecidos como "fósseis vivos", sua aparência permanece semelhante a seus ancestrais porque o ambiente em que se desenvolveram não exigiu que essas espécies tivessem que se adaptar a condições muito diferentes. A nível molecular, são animais tão evoluídos quanto qualquer outro organismo.

      Abraços!

      Excluir
  4. Acho , que se todos soubessem um bocado de ciências naturais não estariam com essas perguntas

    ResponderExcluir
  5. tenho um em casa 5 reais e é teu

    ResponderExcluir

Todos os comentários passam por aprovação do autor.
Comentários inapropriados ou ofensivos não serão publicados.
Críticas e sugestões são bem-vindas.