Crédito: Vladislav Egorov, 2016 |
O Eryops ("face prolongada", do grego eryein, "prolongado", e ops, "face") é um anfíbio temnospôndilo que viveu do final do Carbonífero ao início do Permiano, entre 300 e 295 milhões de anos atrás, na América do Norte. Vivia em planícies, próximo a lagoas, córregos e rios, e tinha, em média, 90 kg e 2 m de comprimento, fazendo dele um dos maiores animais terrestres de seu tempo.
Sendo também um dos maiores predadores da época, o Eryops era talvez a única concorrência para os reinantes sinápsidos. Porém, como movia-se com muito mais agilidade na água, alimentava-se de peixes e tetrápodes aquáticos. Seu crânio largo e chato era proporcionalmente grande, medindo até 60 cm de comprimento. A boca enorme era repleta de dentes curvos e fortes, e o céu da boca continha várias pontas ósseas voltadas para trás, que eram usadas para prender as vítimas escorregadias. Como não possuía movimentos de mastigação, precisava engolir o alimento inteiro, sacudindo a cabeça para trás para arremessar a presa até a garganta, como fazem os crocodilos e jacarés. Seu esqueleto robusto, espinha forte e membros resistentes indicam que ele era bem adaptado para sustentar seu peso em terra, embora caminhasse com dificuldade.
Como outros grandes temnospôndilos primitivos, o Eryops devia crescer lenta e gradualmente a partir do estágio larval, sem passar por uma metamorfose dramática como a dos anfíbios modernos. Enquanto os adultos podiam chegar a se aventurar nas margens dos corpos d'água, é provável que os jovens preferissem permanecer em áreas pantanosas, onde estariam mais protegidos de predadores.
A única espécie de Eryops, E. megacephalus (que significa "cabeça grande"), foi nomeada por Edward Drinker Cope, em 1877. Um estudo publicado em 1941 estabeleceu que a pele do Eryops era, em vida, permeada por um padrão de escamas ovais. Fósseis da espécie foram encontrados nos estados americanos do Texas e Novo México. Vários esqueletos completos são conhecidos, mas os fósseis mais comuns são os ossos maciços do crânio.
Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Como outros grandes temnospôndilos primitivos, o Eryops devia crescer lenta e gradualmente a partir do estágio larval, sem passar por uma metamorfose dramática como a dos anfíbios modernos. Enquanto os adultos podiam chegar a se aventurar nas margens dos corpos d'água, é provável que os jovens preferissem permanecer em áreas pantanosas, onde estariam mais protegidos de predadores.
A única espécie de Eryops, E. megacephalus (que significa "cabeça grande"), foi nomeada por Edward Drinker Cope, em 1877. Um estudo publicado em 1941 estabeleceu que a pele do Eryops era, em vida, permeada por um padrão de escamas ovais. Fósseis da espécie foram encontrados nos estados americanos do Texas e Novo México. Vários esqueletos completos são conhecidos, mas os fósseis mais comuns são os ossos maciços do crânio.
Classificação científica:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: †Temnospondyli
Família: †Eryopidae
Gênero: †Eryops
Espécie: †Eryops megacephalus
Fontes: Encyclopedia Britannica, New Dinosaurs, Prehistoric Wildlife e Wikipedia.
Ordem: †Temnospondyli
Família: †Eryopidae
Gênero: †Eryops
Espécie: †Eryops megacephalus
Reconstituição do esqueleto de Eryops exposta no Museu Americano de História Natural, em Nova York, EUA. |
Crédito: Dmitry Bogdanov |
Fontes: Encyclopedia Britannica, New Dinosaurs, Prehistoric Wildlife e Wikipedia.
faz um do therezinossauro meu dino favorito
ResponderExcluirJá tem!
Excluirhttps://mundopre-historico.blogspot.com/2017/11/terizinossauro.html